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domingo, 22 de abril de 2012

Moscou, sarcástica, sobre o Afeganistão de Obama

sexta-feira, 23 de março de 2012 | 18:13 MK Bhadrakumar (Indian Punchline)

A entrevista exclusiva que o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, concedeu ao canal de televisão Tolonews (e que foi ao ar no domingo à noite) será atentamente analisada em todas as chancelarias do mundo – tanto em termos do conteúdo quanto em termos da oportunidade. O pensamento dos russos sobre a situação afegã e multidimensional. Pode-se dizer que ali se misturam memória e prazer, porque os EUA estão hoje em situação comparável à que a União Soviética vivia na última metade dos anos 80. A principal diferença é que Moscou não inflige qualquer dor aos EUA, em retaliação ao que Washington fez para sangrar o Exército Vermelho durante a Jihad afegã. Mas, ao mesmo tempo, veem-se risinhos bem humanos em Moscou, ante as voltas que a História dá. Um traço forte do pensamento estratégico russo é a lógica gélida, além do realismo e de um pragmatismo que jamais descuida dos interesses nacionais. E, nesse caso, os EUA estão lutando a guerra dos russos contra o radicalismo e o terrorismo islamista – não importa se intencionalmente ou contra vontade. O que interessa à Rússia é erradicar os elementos extremistas perniciosos que ameaçam a estabilidade da Ásia Central a qual, lógico, é “o subventre macio” e mais vulnerável da Rússia. Moscou constata, deliciada, que o ocidente está tomando conta dessa importante questão, que economiza muitos recursos russos que, não fossem as coisas como são, teriam de ser investidos nesse front. A Rússia sempre calcula os rublos que tenha no bolso – bolcheviques em discussões incendiárias por fúteis questões ideológicas são exceção tola na história russa; e, depois deles, a história retomou o curso sobre o Volga. Assim sendo, se e quando Moscou dará algum apoio ao esforço de guerra de EUA e OTAN é questão que, compulsivamente, se trata em termos comerciais. Diferente do efervescente general Pervez Musharraf, que concorda espontânea e entusiasticamente em oferecer rotas aéreas pelo espaço paquistanês, portos e rodovias por terras e mares, para o transporte ad infinitum de suprimentos para a OTAN, Moscou insiste em cobrar de Bruxelas gordos impostos de passagem. E, se a OTAN quer helicópteros russos para o esforço de guerra, não haverá problema algum, desde que Bruxelas pague. A Rússia já firmou até um contrato de prestação de serviços com a OTAN, para reparos e manutenção dos helicópteros. Alguma coisa desse realismo inabalável e sem vacilações bem deveria ser muito admirada por paquistaneses (e indianos), admirada e copiada. A Índia, ao que parece, gastou mais de 1 bilhão de dólares no desenvolvimento da infraestrutura afegã. Mas, como Lavrov diz na entrevista, a disposição dos russos para reparar, consertar ou reconstruir a estrada (e túnel) Salaang (vital, como elo de comunicação entre o sul e o norte do Afeganistão) depende completamente de encontrarem-se outros financiadores para o projeto, apesar de a estrada e o túnel Salaang terem sido originalmente construídos pelos soviéticos e de Moscou conservar os desenhos e projetos daquela deslumbrante maravilha da engenharia. (Sugiro uma caminhada por dentro do túnel, como fiz uma vez, pelos 2,6 km de extensão do Salaang. Há até dutos de oxigênio, muito necessários naquela altitude de 4.000 m) Bem, obviamente Moscou lastima que os EUA, que estão sem dinheiro, tenham resolvido que “chega!” e estejam inclinados a zarpar o mais rapidamente possível do Afeganistão. Lavrov diz enfaticamente e sem piscar, que EUA e OTAN têm de cumprir o mandado que o Conselho de Segurança lhes deu, e que não podem sair de lá enquanto não houver estabilização alguma; e que nada justifica a retirada dos soldados em prazos definidos por “transição” ao longo de 2013, ou algum fim de alguma “missão de combate” em 2014. Para quem assista de longe, é como se Lavrov tivesse traçando o projeto para a OTAN, como se a Rússia fosse membro da OTAN. E isso significaria que Moscou, de repente, virou entusiasta da guerra – como se vê na Índia, a qual mais entusiasmada impossível, com a guerra liderada pelos EUA? Claro que não. Minha impressão é que Lavrov está perfeitamente consciente de que Barack Obama sempre decidirá a favor do que indiquem, exclusivamente, os interesses dos EUA; e, naquela dada situação, o que interessa aos EUA é livrar-se logo, de algum modo, daquela guerra inútil, que drena os recursos dos EUA e pesa como um albatroz no pescoço dos EUA, impedindo que prossiga sua marcha imperial de ataque a todos os recursos globais comuns. A questão, portanto, é por que Lavrov disse que a “missão de combate” tem de continuar. Em minha opinião – de quem observa há muito tempo as circunvoluções do pensamento de Lavrov –, ele está, exclusivamente, chamando a atenção de todo o mundo para a contradição fundamental que há nas políticas dos EUA: de um lado, dizem que já não há necessidade de “missão de combate”, e, por isso, sairão de lá até 2014; mas, simultaneamente, insistem em que é necessário permanecer lá… nas bases militares, até muito depois de 2014. De fato, a Rússia já entendeu – e está furiosa com isso – que os EUA estejam convertendo a guerra do Afeganistão em álibi, no movimento para instalar uma plataforma, com a qual os EUA contam para continuar a perseguir seus ‘alvos’ globais. É geopolítica, estúpido! De fato, Lavrov não poupa palavras em oposição ao plano de jogo dos EUA, para instalar bases militares no Afeganistão. Moscou vê claramente que Obama anseia por conseguir alinhavar algum pacto estratégico com Karzai antes da reunião de cúpula da OTAN em Chicago. Quer dizer: Moscou estima que esteja próxima a hora de a onça beber água. Parte substanciosa da entrevista de Lavrov tem por objeto a questão da reconciliação nacional no Afeganistão. O pensamento russo, parece, flui do seguinte modo: A) Moscou não se oporá à reconciliação com os Talibãs como tal. B) Mas Moscou quer que a reconciliação seja parte de um processo intra-afegãos. C) Moscou desaprova os contatos clandestinos entre EUA e os Talibãs e a total falta de transparência de todo o processo. D) Por outro lado, Moscou apoia Karzai – e pode-se pressupor que esteja sendo encorajada pela decidida disposição do presidente afegão de cuidar da própria vida e encontrar caminho próprio. E) A coisa toda deve andar na direção de um acordo inclusivo, que acomode os vários grupos afegãos. F) Gente de fora deve ter participação mínima, como meros facilitadores. Interessante. Lavrov não fez qualquer crítica, direta ou indireta, ao Paquistão. Nem defendeu qualquer papel especial para a Rússia nem, sequer, para a Organização de Cooperação de Xangai. Não parece esperar qualquer rápida estabilização no Afeganistão. Sem dúvida, Moscou planeja manter o problema afegão como uma espécie de referência, no “reset” das relações EUA-Rússia. A Rússia tem algumas vantagens aqui, e planeja servir-se delas. Exemplo mais recente e espantoso disso é a Rússia ter oferecido Ulyanovsk como armazém de passagem para transporte de suprimentos para a OTAN.

domingo, 4 de março de 2012

“Grande Satanás” versus “Eixo do Mal”: Israel e Estados Unidos preparam golpe contra Irã

Tags: Américas, Política, Israel, Comentários, Irã, Ásia/África, EUA, Mundo
Andrey Iliachenko 2.03.2012, 20:11

Para 5 de Março, em Washington, são marcadas conversações entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O tema principal é o comportamento em relação ao Irã.

Em janeiro, James Clapper, diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, e David Petraeus, diretor da CIA, declararam, em audiências do Senado dos EUA, que atualmente o fato da aprovação da decisão sobre a produção de armas nucleares pelo Irã não tem provas. Uma semelhante declaração foi feita pelo secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas norte-americanas, general Martin Dempsey. No entanto, Tel-Aviv deu a entender oficialmente e através de meios de comunicação social que não pode responder por suas ações no pano de fundo da crescente ameaça iraniana, apesar de as suas ambições terem sido apoiadas no mundo apenas pela Arábia Saudita e pelo Qatar. Deste modo, Israel transformou-se no elo principal do processo de solução da mais grave crise internacional de hoje. Tanto mais que a retórica dura do Irã contra Israel, reforçada com ataques de mísseis sistemáticos, se interpreta como ameaça na sociedade judaica.

É evidente que Netanyahu pretende assestar um golpe contra o Irã, mas não pode fazê-lo sem os Estados Unidos, destaca o acadêmico Evgueny Primakov, que em diferentes anos dirigia o MRE e o Serviço de Reconhecimento Externo da Rússia.

Israel, contudo, não tem fronteiras comuns com o Irã. Não serão suficientes ataques aéreos conjuntos, “porque a aviação pode bombardear, mas a potência nuclear está escondida profundamente debaixo de terra. E as operações terrestres, se alguém tentar empreendê-las, terminarão com um fracasso, porque no Irã será mais difícil combater que no Iraque, considera Primakov.

Para além disso, Teerão pode responder com ataques de mísseis contra Israel e efetuar atos terroristas contra civis e militares dos EUA no estrangeiro, escreve o New York Times. Finalmente, é provável uma ameaça ao sistema petrolífero do golfo Pérsico. Pelos vistos, o Irã abandonará em resultado o Tratado de não-proliferação de armamentos nucleares. "Tal destruirá completamente o regime do Tratado, que é uma pedra angular da política externa americana", considera o tenente-general em reserva do Serviço de Reconhecimento Externo, Guennady Evstafiev.

Parece que é por isso que Obama, repetindo “não excluir quaisquer ações” em relação ao Irã, aponta contudo que os problemas económicos provocados por sanções levarão a perturbações sociais, que podem chamar à razão a direção iraniana ou trocá-la. Mas Obama não precisa na véspera das eleições de um campanha militar com resultados confusos.

A direção iraniana também não precisa desta campanha, enquanto o barrulho em torno do Irã pode ser até vantajoso. A 2 de março decorrem as eleições para o Parlamento iraniano e, no ano futuro, terão lugar as eleições do presidente do país. Uma pressão aberta e ameaças por parte do “Grande Satanás” e do seu irmão mais novo tornam-se um fator importante de consolidação do eleitorado em torno da elite governante. Pelos vistos, o Irã provoca ações duras dosadas do Ocidente, que são úteis na sua política interna.

Para 5 de Março, em Washington, são marcadas conversações entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O tema principal é o comportamento em relação ao Irã.

Em janeiro, James Clapper, diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, e David Petraeus, diretor da CIA, declararam, em audiências do Senado dos EUA, que atualmente o fato da aprovação da decisão sobre a produção de armas nucleares pelo Irã não tem provas. Uma semelhante declaração foi feita pelo secretário norte-americano da Defesa, Leon Panetta, e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas norte-americanas, general Martin Dempsey. No entanto, Tel-Aviv deu a entender oficialmente e através de meios de comunicação social que não pode responder por suas ações no pano de fundo da crescente ameaça iraniana, apesar de as suas ambições terem sido apoiadas no mundo apenas pela Arábia Saudita e pelo Qatar. Deste modo, Israel transformou-se no elo principal do processo de solução da mais grave crise internacional de hoje. Tanto mais que a retórica dura do Irã contra Israel, reforçada com ataques de mísseis sistemáticos, se interpreta como ameaça na sociedade judaica.

É evidente que Netanyahu pretende assestar um golpe contra o Irã, mas não pode fazê-lo sem os Estados Unidos, destaca o acadêmico Evgueny Primakov, que em diferentes anos dirigia o MRE e o Serviço de Reconhecimento Externo da Rússia.

Israel, contudo, não tem fronteiras comuns com o Irã. Não serão suficientes ataques aéreos conjuntos, “porque a aviação pode bombardear, mas a potência nuclear está escondida profundamente debaixo de terra. E as operações terrestres, se alguém tentar empreendê-las, terminarão com um fracasso, porque no Irã será mais difícil combater que no Iraque, considera Primakov.

Para além disso, Teerão pode responder com ataques de mísseis contra Israel e efetuar atos terroristas contra civis e militares dos EUA no estrangeiro, escreve o New York Times. Finalmente, é provável uma ameaça ao sistema petrolífero do golfo Pérsico. Pelos vistos, o Irã abandonará em resultado o Tratado de não-proliferação de armamentos nucleares. "Tal destruirá completamente o regime do Tratado, que é uma pedra angular da política externa americana", considera o tenente-general em reserva do Serviço de Reconhecimento Externo, Guennady Evstafiev.

Parece que é por isso que Obama, repetindo “não excluir quaisquer ações” em relação ao Irã, aponta contudo que os problemas económicos provocados por sanções levarão a perturbações sociais, que podem chamar à razão a direção iraniana ou trocá-la. Mas Obama não precisa na véspera das eleições de um campanha militar com resultados confusos.

A direção iraniana também não precisa desta campanha, enquanto o barrulho em torno do Irã pode ser até vantajoso. A 2 de março decorrem as eleições para o Parlamento iraniano e, no ano futuro, terão lugar as eleições do presidente do país. Uma pressão aberta e ameaças por parte do “Grande Satanás” e do seu irmão mais novo tornam-se um fator importante de consolidação do eleitorado em torno da elite governante. Pelos vistos, o Irã provoca ações duras dosadas do Ocidente, que são úteis na sua política interna.

Texto extraído de:


www.diariodarussia.com.br

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Tensão aumenta no Golfo Pérsico

Tensão aumenta no Golfo Pérsico e frota russa entra em ‘alerta vermelho’
/1/2012 12:19, Por Redação, com agências internacionais - de Madri
O nível de tensão no Oriente Médio aumentou, nesta quarta-feira, após a elevação para “alerta vermelho” na frota russa que patrulha a região. Segundo fonte do Ministério da Defesa da Rússia, falando à agência espanhola de notícias Rictv, o governo daquele país determinou o reforço na segurança da Rodovia Transcaucasiana e nos mares Cáspio, Mediterrâneo e Negro, diante do iminente ataque de Israel às instalações nucleares iranianas, considerado “inevitável e a ser realizado em prazo muito curto”.
– É possível também o início de uma guerra de grande escala, cujas consequências são totalmente imprevisíveis – adverte.
A preparação da Rússia, na esfera militar, a fim de minimizar as perdas humanas e materiais por conta das possíveis operações bélicas do Ocidente contra o vizinho Irã começou há mais de um ano “e estão praticamente concluídas”, acrescenta a fonte. As tropas na Transcaucasiana e no Mar Cáspio “estão prontas para eventuais combates e os navios de guerra estão posicionados até o Mediterrâneo”, revela.
Em nível oficial não há qualquer pronunciamento quanto aos objetivos do exército e da marinha russos em caso de guerra contra o Irã, mas analistas militares não excluem que, em caso de o Irã ser ameaçado de uma derrota completa, com a ocupação de seu território, a Rússia lhe prestaria ajuda imediata. À frota russa no Pacífico se incorporarão, em mais alguns dias, o porta-helicópteros da Classe Mistral e o novíssimo submarino atômico Yuri Dolgoruki. A frota russa no pacífico conta, atualmente, com 49 navios e 22 submarinos.
Embora não tenha recebido nenhum reforço substancial desde 1991, a frota russa no Oriente Médio conta com uma tripulação bem treinada, que espera o apoio de novos submarinos da classe Borei como o Vladimir Monomaj e Alexander Nevski, além dos cruzadores Marechal Ustinov da Classe Slava e Almirante Najimov (Classe Kirov), em fase de reforma e modernização.
Síria
Aliada histórica do regime sírio, a Rússia não apenas reforçou sua presença em águas internacionais próximas ao país com navios de guerra e submarinos nucleares como avisou à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que não irá tolerar nenhum tipo de intervenção do Ocidente sob pretexto de “compromisso humanitário”, como ocorreu com a Líbia na época do então coronel Muammar Gaddafi.
Na manhã desta quarta-feira, horário local, ao elevar o nível de prontidão para o vermelho, último antes do início de um conflito armado na região, Moscou assegura seu apoio à soberania dos sírios que, de acordo com a Chancelaria, “vivem um processo de guerra civil”.

Россия без Путина. Вы всегда можете

Несмотря на то, просто видео, это свидетельствует о реальности, что может произойти в России в случае прихода к власти либералов. Это будет более разрушительным, чем то, что произошло в 1990 году. Я искренне надеюсь, что русский народ не попадают в пропаганде оппозиции и в конечном итоге способствует распаду своей страны, то да, мы можем считать величайшей геополитической катастрофой 21-го века:

Ниже приводится текст видеоряда:

В Москве оппозиция кричит "Россия без Путина". Представьте себе, Владимир Путин больше не будет. Какой будет Россия без Путина?
Март 2012 президентские выборы отменяются. Дума распущена. В проспекте Сахарова, проведенный наибольшее проявление недовольства. За один месяц, 200 формируются в стране партий. Либералы делить власть между собой. Он сформировал переходное правительство. ООН приветствует приход подлинной демократии в России.
Май 2012: Все крупного бизнеса ограничен. Борис Немцов становится директором Газпрома Алексеем Naválni жена - ВТБ (Национальный банк русской торговли), Евгения Чирикова, Министерство транспорта и Роснефть. В жеста доброй воли, весь русский ядерный арсенал передается контроль США. После конфликта во власти, националисты вышли из-под контроля и начинают распространять хаос.
Сентябрь 2012: Новая волна экономического кризиса. Сотни банков сломать. Переходное правительство принимает решение о закрытии АвтоВАЗа. В первом случае Toliati протеста требуют независимости от России. Массовые забастовки на заводах и фабриках. Предприятия приостановлены на фондовых индексов после падения РТР до самого низкого уровня. Доллар США стоил 100 рублей. Центральный банк начинает зарабатывать деньги без разбора, чтобы платить по долгам выхода на пенсию. Гиперинфляция. Цены на хлеб поднимется до 100, 200, 300, 500 до 1000 рублей. В Москве каждый второй безработный.
Ноябрь 2012: конфликты между фашистами и националистической этнических групп имеют место во всех крупных городах России. Тысячи смертей среди невинных. Для Думы в Санкт-Петербурге победил фашистов. Марш голодных пенсионеров со всей России, в Москве, рассеивается с огнестрельным оружием.
Март 2013: После зимы от голода, выход указа русский Федерации Приморье (на Дальнем Востоке), Калининград, Татарстана, Якутии и Башкирии. Северокавказских республик вступить в эмирате. Сотни эмигрантов, которые не хотят жить в исламском государстве, чтобы избежать России. Этнические конфликты расти и стать гражданская война. Националисты введен в действие попытки, чтобы попытаться покончить с угрозой на Кавказе, которые не удовлетворены. С другой визита в США, Алексей Навальный просит политического убежища. Переходное правительство объявило о своем собственном роспуске.
Июнь 2013: В целях защиты гражданского населения, Калининград занимает силами НАТО. Под предлогом наведения порядка и оказания помощи, Китай рядах и положил под управлением Yrkutsk, Чите, Хабаровске и Blagovechenskii. Владивосток занимает сил по поддержанию мира в Японии.
Август 2013: Грузия занимает Северной Осетии и Краснодарском крае. Ставрополь, после тяжелых конфликтов по улицам города, занимают сторонники Кавказского Эмирата. Мир говорит о глобальной катастрофе в России.
Декабрь 2013: Навальный получил Нобелевской премии мира и литературы, книга "Воспоминания год у власти".
Февраль 2013: Грузия провела зимние Олимпийские игры в Сочи. Спортсмены из России не принимаются в стране. Во время трансляции открытия игр на Болотной площади в Москве происходят погромы и массовые полный беспорядок. Город живет в состоянии анархии. Есть борьба за наркотики. Спутниковая связь отключены. Существует нет телевизора или интернета. В домах, света и горячей воды закрыты в течение двух часов каждый день. Жители города не рекомендуется покидать свои квартиры.
Россия без Путина. Пожалуйста.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=OXEs3Y7IM9I

Rússia sem Pútin. You’re welcome.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=OXEs3Y7IM9I#t=0s


Apesar de ser apenas um vídeo, este mostra a realidade do que pode ocorrer na Rússia no caso dos liberais tomarem o poder. Será uma situação mais desastrosa do que o ocorrido na década de 1990. Sinceramente espero que o povo russo não caia na propaganda da oposição e terminem por contribuir para a desintegração do seu próprio país, aí sim poderemos considerar o maior desastre geopolítico do século 21:

Segue abaixo as sequências do vídeo em texto:

Em Moscou, a oposição grita “Rússia sem Pútin”. Imagine, Vladimir Putin não existe mais. O que será da Rússia sem Pútin?
Março de 2012: eleições presidenciais canceladas. Duma dissolvida. Na avenida Sakhárov, realiza-se a maior manifestação de insatisfeitos. Em um mês, se formam no país 200 partidos. Os liberais dividem entre si o poder. É formado um governo de transição. A ONU saúda a chegada da verdadeira democracia à Rússia.
Maio de 2012: Todos os grandes negócios são limitados. Boris Nemtsov vira diretor da GazProm, esposa de Alexei Naválni – a VTB (banco nacional do comércio russo), Evgenia Chirikova, o ministério dos Transportes e a RosNeft. Em um gesto de boa vontade, todo o arsenal nuclear da Rússia é transferido para o controle dos EUA. Após o conflito no poder, os nacionalistas saem de controle e começam a propagar o caos.
Setembro de 2012: Mais uma onda da crise econômica. Centenas de bancos quebram. O governo de transição decide fechar a AvtoVaz. Em Toliati acontece o primeiro protesto exigindo independência da Rússia. Greves em massa das usinas e fábricas. Os negócios na bolsa são suspensos após o índice RTR cair ao seu nível mais baixo. Dólar dos EUA custa 100 rublos. O banco central começa a produzir dinheiro indiscriminadamente para pagar as dívidas das aposentadorias. Hiperinflação. O preço de uma bisnaga de pão sobe para 100, 200, 300, 500 até 1.000 rublos. Em Moscou, um em cada dois estão desempregados.
Novembro de 2012: conflitos entre nacionalistas fascistas e grupos étnicos acontecem em todas as grandes cidades russas. Milhares de mortos entre os inocentes. Para a Duma de São Petersburgo vencem os fascistas. A marcha dos aposentados famintos de toda a Rússia em Moscou é dissipada com armas de fogo.
Março de 2013: depois de um inverno de fome, decretam a saída da Federação Russa o Primore (no extremo oriente), Kaliningrad, Tatarstão, Bashkíria e a Yakútia. As repúblicas do Cáucaso Norte se unem em um Emirado. Centenas de exilados que não desejam viver sob um estado islãmico fogem para a Rússia. Os conflitos étnicos crescem e se tornam uma guerra civil. Nacionalistas põem em ação tentativas para tentar acabar com a ameaça do Cáucaso, que são frustradas. Em mais uma visita aos EUA, Alexei Naválny pede asilo político. O governo de transição declara sua própria dissolução.
Junho de 2013: Com o objetivo de se proteger a população civil, Kaliningrado é ocupado pelas forças da OTAN. Sob o pretexto do restabelecimento da ordem e de ajuda humanitária, a China ocupa e põe sob sua administração Yrkutsk, Chita, Blagovechenskii e Khabarovsk. Vladivostok é ocupado por uma força de paz japonesa.
Agosto de 2013: A Geórgia ocupa a Osétia do Norte e a região de Krasnodar. Stavropol, após severos conflitos pelas ruas da cidade, é ocupada pelos guerrilheiros do Emirado Caucasiano. O mundo fala em uma catástrofe global na Rússia.
Dezembro de 2013: Naválny recebe o Prêmio Nobel da Paz e o de Literatura, pelo livro “Memórias de um ano no poder”.
Fevereiro de 2013: A Geórgia realiza os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi. Os desportistas da Rússia não são aceitos no país. Durante a transmissão da abertura dos jogos, na Praça Bolotnaya, em Moscou, acontecem pogroms em massa e desordem completa. A cidade vive em estado de anarquia. Há lutas por remédios. Comunicações por satélite são desligadas. Não há televisão nem internet. Nas casas, luz e água quente são desligadas por 2 horas todos os dias. Os moradores da cidade são recomendados a não sair de seus apartamentos.
Rússia sem Pútin. You’re welcome.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Documentos secretos sobre a guerra no Afeganistão

Mais de 90 mil documentos secretos foram revelados pela organização Wikileaks, contendo informações altamente sigilosas fornecidas por fontes oficiais anônimas. Os documentos mostram que esta guerra travada sob a égide de luta contra o terrorismo , liderada pelos Estados Unidos e seus aliados da Otan, possui detalhes muito mais obscuros e estarrecedores, mostrando mais uma vez ao mundo a verdadeira face da "Democracia Terrorista" e seus verdadeiros interêsses em países econômicamente pobres como o Afeganistão, mas que abrigam em seu solo bilhões de dólares em recursos naturais.

Em dez anos completados desde a invasão do Afeganistão os Talibãs estão mais organizados, mais fortes quando comparado ao que existia na época da invasão, provam também a propriedade por parte dos guerrilheiros de lançadores de mísseis portáteis, que foram fornecidos pelos próprios americanos através de caminhos ilegais, quando estes mesmos guerrilheiros (mujahadim), combatiam os soviéticos na década de 1980.

Uso de "Forças Especiais" de extermínio como a "373" que reunem membros da marinha e do exército, e de agentes da CIA em operações de bombardeio, emboscada, captura e assassinato de líderes talibans, seguindo uma lista de cerca de 70 nomes. Estas operações obtiveram alguns sucessos, porém os documentos mostram fracassos relevantes com mortes de civis.A CIA também bancou entre 2001 a 2008 o orçamento da agência de inteligência afegã e conduziu suas operações através de sua subsidiária.

Há também a utilização demasiada dos aviões robôs UAV "Reaper" e "Predator", também chamados de "drones", ou popularmente chamados de "aviões assassinos", o pior é que a atuação destas aeronaves tão badaladas em filmes produzidos por Hollywood, são muito menos impressionantes, alguns caíram ou se perderam e pelo menos 1 teve de ser abatido por um jato tripulado quando o controle sobre o mesmo foi perdido e este ameçava sair do espaço aéreo do Afeganistão, o modelo neste caso era o Reaper MQ-9 de U$ 10,7 milhões de dólares, restando aos Estados Unidos apenas 27 destas aeronaves.

Os relatórios oficiais indicam também o recebimento por parte do Paquistão de um pacote milionário, proporcionalmente inverso à ajuda que este aliado americano tem prestado à coalizão, a revelação destas informações chegam em um momento delicado para a opinião pública americana, cada vez mais cética quanto aos rumos da guerra, que já consumiu U$ 300 bilhões de dólares e parece não ter fim, assim como se torna cada vez mais distante a promessa do governo Obama da retirada das tropas em 2011.


Outro relatório mostra a corrupção do governo de Hamid Karzai e sua ligação com o tráfico de drogas, através da declaração de um chefe de polícia afegão que ameaça entregar informações sigilosas no caso de perder seu posto.

O governo americano negou esconder a realidade da guerra, porém o que aparece nos documentos divulgados prova o contrário.

sábado, 19 de setembro de 2009

DA DEMOCRACIA TERRORISTA À DITADURA DEMOCRÁTICA

Não obstante todo o histórico de intervenções, ataques, invasões, derrubada de regimes democráticos, instalação de governos fantoches a apoio a ditaduras sanguinárias, os EUA são também os maiores opositores aos tratados mundiais para banir armas de destruiçao em massa, apesar de terem usado este factóide para a invasão do Iraque, acobertando o verdadeiro motivo, que era o acesso ao petróleo iraquiano, sem quaisquer limitações ou condicionamentos aos preços internacioniais vigentes, na prática um assalto aos recursos energéticos de uma nação soberana. Opuseram-se diretamente a todas as tentativas da ONU e de ONG'S de proibir a produção mundial de minas terrestres em especial as minas anti-pessoal, responsáveis pela morte de quase três dezenas de milhares de pessoas por ano, a maioria crianças na África e na Ásia. E apesar de todas as evidências e provas fartamente publicadas na mídia e com empenho diferencial da mídia independente, os Estados Unidos da América ainda são conceituados como a "maior democracia do planeta", ou a "verdadeira democracia". Imagem que é visualizada por sua população, corroborada e difundida por sual elite intelectual, empresarial e artística e por conseguinte defendida no exterior por cidadãos estrageiros que tornaram-se desafetos dos seus próprio governos, que por ora são opositores do "Império de Casas de Madeira" e passaram a integrar a folha de pagamento de Washinton, por meios diversificados, assim sendo os americanos acreditam que seu país é admirado e amado em todo mundo . Com o advento do 11 de Setembro, vimos renascer na "terra da liberdade" a mesma atitude que consolidou o poder nazista, que foi a restrição da liberdade individual de cidadãos americanos naturalizados, e a intitucionalização do desrespeito aos direitos dos cidadãos estrangeiros, passando a ocorrer prisões sem processo, e sem direito ao estrangeiro apenas suspeito de ser terrorista, de ser assistido por um advogado e ter uma defesa justa. Permitindo a prática de torturas e julgamentos sumários com pena de morte. Isto tudo devidamente protegido pelo manto da segurança nacional e no mais absoluto desconhecimento da população civil. Com a pretensa justificativa do combate ao terrorismo os Estado Unidos mostraram sua verdadeira face, cada vez mais evidente com o desmantelamento de suas instituições democráticas . Se voltarmos nossa atenção para o plano econômico-social internacional, fácilmente enxergamos o esforço do EUA em manter a sua hegemonia e a estrutura econômica do qual é maior beniciário juntamente com seus "aliados" componentes do G7, esforço este, que como já foi visto repetidas vezes na história deste país, é recorrente ao uso da força militar, sempre contra países fracos e quando não o uso e imposição de meios financeiros com organismos como o FMI e o Banco Mundial, econômico através de suas gigantes multinacionais, ou políticos através de embargos como o sofrido por Cuba. Sistema que foi fomentado durante a segunda metade do século xx que não só ampliou a desigualdade entre ricos e pobres, mas gerou índices alarmantes de miséria e fome, chegando à cifra de 1 bilhão de seres humanos subnutridos e com a morte de quase 40 mil pessoas por dia. Este sistema que os Estado Unidos, procuram manter com unhas e dentes, representa um "genocídio branco", causando doze vezes mais mortes que as vítimas do 11 de setembro, com a diferença que estas mortes são na sua maioria de Africanos e Asiáticos e portanto não são merecedores da comoção internacional, como foram as vítimas dos atentados. Qualquer mente em total lucidez e sanidade,sabe,é que a lógica correta, seria que a nação mas poderosa e mais rica do mundo os deveria ser a primeira a protagonizar combate à fome e miséria reinantes no mundo, mas ao contrário investem mais de 600 bilhões dólares, mais que a soma do orçamento militar do restante do globo e se empenham no "suposto" combate ao terrorismo que eles mesmos criaram e financiaram . O que podemos concluir da democracia americana é que ela é uma fraude, verdadeira apenas
para aqueles que não querem enxergar, ou que apenas são meros transeuntes na existência humana e não se importam com a justiça, igualdade, liberdade ou fraternidade.